Inseminação Artificial e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs): Quais os Cuidados Necessários?

Casais que possuam o diagnóstico de Infecçõess Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como retrovirose por HIV, hepatite C, hepatite B, sífilis, gonorréia, entre outras, podem engravidar de forma natural? Ou sempre é necessário um tratamento?

As ISTs, além de afetarem a saúde reprodutiva, podem impactar diretamente as chances de sucesso do tratamento. Por isso, a triagem e o acompanhamento médico são fundamentais em qualquer processo para engravidar, ajudando a identificar e prevenir potenciais riscos. Algumas destas infecções são curadas com uso de antibióticos, ou tratamentos específicos. Outras, como a retrovirose por HIV, são controladas, com uso de medicamentos.

Essas infecções quando não tratadas, podem prejudicar a saúde da mulher e do feto, e algumas, como a clamídia e a gonorreia, mas também, podem causar inflamações e lesões nas trompas de Falópio, dificultando ainda mais a fertilidade.

A realização desses exames é essencial, pois muitas ISTs não apresentam sintomas evidentes e podem passar despercebidas. A detecção precoce permite que os tratamentos necessários sejam feitos antes do início da gestação.

Além dos exames iniciais, recomenda-se manter uma rotina de prevenção e consultas regulares ao longo do tratamento. Em casos, como retrovirose por HIV, e Hepatite C em que haja discordância do casal, é importante buscar aconselhamento e avaliação sobre a necessidade de tratamento, como inseminação, ou fertilização in vitro. Em casos de carga viral negativa, é possível que se tente engravidar, de forma natural.

Agende uma consulta para esclarecer todas as suas dúvidas e iniciar esse processo com toda a segurança e confiança.

Dra. Larissa Matsumoto

CRM-SP 134.981

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